quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
2015 First Meeting: Imperial Gran Reserva 2007, Aalto 2006, M.O.B. 2011, Don Maximiano 2008, Chateau La Monique 2005, Cuvelier de Los Andes Gran Vin 2008 e As Caborcas 2010!
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Sagrantino di Montefalco Antonelli 2000: Temperamental
Embora com uma história centenária, L'Azienda Antonelli começou a produzir e comercializar vinhos só em 1979, no coração da DOCG Montefalco (Umbria). As uvas são produzidas de forma orgânica. As principais uvas plantadas na Azienda são a Sagrantino e Sangiovese, mas também plantam algumas de origem francesa, como a Merlot e Cabernet Sauvignon, e as brancas Grechetto e Trebbiano Spoletino.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Galatrona 2004: Um Petrus italiano?
Bem, o título é provocante, mas não sou eu quem disse isso. Aliás, na verdade, este Galatrona 2004 é comparado a um Le Pin na revista Wine Spectator. O que é comparado ao Petrus 1989, na mesma revista, é o 2007. De qualquer forma, a comparação se faz, obviamente, pelo fato de ser um grande Merlot. E bota grande nisso! Este vinho foi gentilmente ofertado pelo amigo Akira, que adquiriu grandes italianos em 2014 e levou este para bebermos em casa.
sábado, 3 de janeiro de 2015
Quanta Terra Grande Reserva Branco 2009: Branco duriense de peso!
Em degustação que participei no ano passado, em Campinas, encontrei com o Eng. Celso Pereira, produtor dos famosos (e excelentes) espumantes portugueses Vértice. Na ocasião, apreciei obviamente os espumantes e também os vinhos tintos da Quanta Terra, por ele produzidos. Gostei bastante. Mas ele, muito entusiasmado, disse-me que pelo jeito eu gostaria mesmo é de seu Grande Reserva Branco, que ele achava excelente. No entanto, ele disse que ninguém estava trazendo para o Brasil. Eu fiquei triste na hora, mas no dia seguinte saí à procura.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Quinta do Noval 2008:Grandioso!
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
Na hora da virada: Champagne Fleury Brut
Estamos em 2015! Espero mesmo que este ano seja melhor para todos. Eu comemorei bastante o final do anterior, que não achei legal. E nossa passagem de ano foi brindada com um Champagne Fleury Brut. Já pintou por aqui seu irmão safrado, de 1999. Este é um não safrado, de preço mais em conta, mas de muito boa qualidade. A cor é amarelo claro e o vinho tem notas de panificação mais presentes que seu irmão. As borbulhas são menos numerosas e um pouquinho maiores. Ao nariz, mostra notas de maçã, abacaxi e florais, em meio às citadas notas de panificação. É um Champagne com bom corpo e estrutura. Seu irmão safrado me agradou mais, o qual achei mais refinado. Mas este NV é um ótimo Champagne e seu (bom) preço é 2/3 do outro. Assim, torna-se uma boa compra. E ele tem estrutura para ser guardado por mais uns anos. Foi perfeito para celebrar a passagem de ano! O vinho é importado pela Delacroix.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Barolo Domenico Clerico Pajana 2004: Uau!
O pai de Domenico Clerico cultivava uvas em 4-5 hectares de Monforte D'Alba, e as vendia para cooperativas e produtores de vinhos. Em 1976 perguntou a seu filho Domenico se ele queria assumir os negócios. Domenico aceitou de pronto e a partir daquela data, começou a adquirir terras nas mais nobres áreas da região. Em 1977 adquiriu um vinhedo em Bussia. Poucos anos depois, adquiriu um vinhedos no Cru Ginestra, onde produz uvas para o seu grande Pajana. Em 1995 adquiriu um vinhedo no Cru Mosconi, de onde tira as uvas para seu grande Percristina. E assim foi... Outros foram adquiridos e hoje o produtor tem cerca de 20 hectares de vinhedos selecionados (veja figura abaixo com indicação de alguns de seus vinhedos, incluindo o Pajana).
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
Quinta do Crasto Vinhas Velhas 2011: Excelente, como sempre!
Hoje, terça-feira, dia 30/12, quase passagem de ano, decidimos ir até a Mercearia 3M para beber a última garrafa entre os confrades. Mesmo que desfalcada, a confraria trocou meia dúzia de mensagens no whatsapp e se mandou para lá. Em 10 minutos 5 dos confrades estavam lá sentados em uma mesa da Mercearia, pronto para abrir uma botella.
Nossa especial de final de ano: Brancos de primeira, grandes tintos e um Porto de 50 Anos!
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
Champagne Perrier-Jouët Brut Blason Rosé: Frescor!
Bem, Perrier-Jouët dispensa apresentações. A Maison, que produz Champagne desde 1811, é famosa pela qualidade de seus vinhos e também pelos belos rótulos da Belle-Epoque. No final de 2013 bebemos uma garrafa maravilhosa da Belle-Epoque safra 2004 (clique aqui). Mas a Maison produz também uma linha "mais acessível" que é excelente.
domingo, 28 de dezembro de 2014
Riecine Chianti Clássico Riserva 2007: Belíssimo vinho!
Os Chianti são vinhos por vezes injustiçados. Isso porque muita gente ainda associa o nome àqueles vinhos das garrafas com a base envolta em palha, que ficavam penduradas enfeitando restaurantes. Mas os Chianti estão acima disso. Quem aprecia algum de grandes produtores, como Castello di Ama, Riecine, Felsina, Barone Ricasoli, Fontodi, Badia a Coltibuono, San Giusto a Rentennano e tantos outros de primeira grandeza, sabe da qualidade dos Chianti.
sábado, 27 de dezembro de 2014
Meu vinho do ano: Chateau Petrus 1953!
Estava preparando uma lista de vinhos para um post sobre aqueles que mais me agradaram no ano. Eu não gosto muito de ficar comparando vinhos, principalmente se são grandes. Acho injusto que um bom vinho, bebido entre outros tantos de estirpe, fique relegado a segundo plano. Minha lista teria (ou terá...) vinhos que me deixaram muito felizes. Não estava fácil eleger um, dentre os tantos excelentes que apreciamos este ano.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
FELIZ NATAL E UM 2015 SEM ZURRAPAS!!!
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Champagne Fleury Brut 1999: 15 anos para celebrar 15 anos de felicidade!
Há 15 anos eu me casava com minha querida esposa. Uma mulher maravilhosa, calma, educada, desencanada e que torna meus dias cada vez mais felizes. É uma mulher fora do padrão. Não perde tempo com discussões fúteis, com as quais a grande maioria das mulheres perde. Conto nos dedos de uma mão as vezes que discutimos nesses 15 anos. Ela não fica implicando com coisas pequenas. Tem sua independência, e respeita a minha. Me incentiva a sair com os amigos (dá para acreditar?). Diz que eu tenho que me divertir com eles, aproveitá-los. Não fica me perguntando quanto eu paguei em uma garrafa de vinho, ou dizendo que minha adega já está cheia. Ela tem coisas mais relevantes para pensar. Ciúmes? Só a taxa basal - Nada de neuras. E além de tudo é uma mãe incrível, amada pelos seus filhos (e por mim, claro). Enfim, é uma senhora esposa! E para comemorar isso tudo, sempre procuro um vinho de 1999, de preferência um Champagne. Desta vez foi um Champagne Fleury Brut 1999. E foi bem escolhido. A família Fleury produz vinhos desde 1895 e há algum tempo adotou o biodinamismo. Este Champagne é feito com 75% Pinot Noir e 25% Chardonnay. Sua cor não denuncia muito a sua idade. Tem uma cor clara, tendendo para aquele tom de casca de cebola. Ainda forma muita espuma e as borbulhas são finas e numerosas. Os aromas são muito ricos, com notas de brioche, maçã, abacaxi e um fundinho de mel. Em boca é que vem o melhor. É muito cremoso e ao mesmo tempo vibrante. E seu gosto fica na boca por muito tempo. Acompanhou a comida com maestria! Uma beleza de Champagne. Perfeito para celebrar esta data que nos é tão especial. Muito bom, mesmo. Você que gosta de comprar aqueles champagne de rótulo amarelo, encontrados em prateleiras de supermercados, mude o rumo...
Este Fleury é importado pela Delacroix.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Prazo de Roriz 2009: Diversão garantida
Radipinho: Se tem um vinho que diverte é o Prazo de Roriz, da parceria Prats e Symington. Nunca bebi um que não tenha me deixado feliz. É um vinho na medida, sem exageros e que envelhece bem. Já bebi alguns velhinhos e com boa evolução. Não é um super vinho. Super é o irmão dele, Quinta de Roriz Reserva... Mas o Prazo é muito bem feito. Este Prazo de Roriz 2009 foi feito com Touriga Nacional (35%), Touriga Franca (35%), Tinta Barroca (10%), Tinta Roriz (10%) e Tinta Cão (10%). Maturou 8 meses em barricas usadas de carvalho francês. A madeira não deixa marcas. O vinho é redondo, de corpo médio, sedoso e com boa fruta (ameixa, groselha e framboesa). Assim como o Vertente, de Niepoort, e Meandro, do Meão, é compra certa! Embora fique um degrau abaixo desses dois últimos... Bem, mas é mais barato que eles. Pelo menos lá fora, custa cerca da metade.
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