segunda-feira, 19 de março de 2018
Chanson Pére e Fils Mercurey 2007
domingo, 18 de março de 2018
A Coruja da Cigana American Pale Ale: Cerveja artesanal de Jaboticabal!
Gosto de boas pessoas, boa comida, bons vinhos, bons azeites, bons cafés, bons azeites, bons queijos, boa cerveja... Enfim, tudo que é bom! E foi uma boa surpresa quando bebi esta cerveja feita na minha querida Jaboticabal, SP, onde viveu meu irmão João Guilherme Durigan, o melhor amigo que uma pessoa pode ter. Ao ver que a cerveja era de lá, ela ficou ainda melhor. Mas ela é realmente muito boa. Cor alaranjada, lembrando as Kölsch, espuma consistente e aromas de lúpulo e frutas cítricas. Em boca, muito fresca e lúpulo presente, dando aquele amargor que gosto muito (e que faz com que a cerveja não fique enjoativa). Corpo médio e cremosa. Muito boa cerveja feita por meu xará de Jaboticabal. Parabéns! O rótulo também é bem legal!
sábado, 17 de março de 2018
Frei João Branco 2012
Gosto dos vinhos da Caves São João. Mas conheço mais os tintos que os brancos. O Frei João branco varia o corte ano a ano. Em 2012, foi feito com Chardonnay (50%), Bical (30%) e Arinto. Cor amarelo-dourada e aromas de mamão, maracujá e mel... Ah, o mel... Acho que tirando aquele que aparece equilibrado nos Sauternes ou nos Chenin Blanc de sobremesa do Loire, os outros me incomodam. Neste Frei João, estava demais para o meu gosto. Faltava-lhe também frescor, que tanto aprecio em um vinho. Será que o bebi tarde demais? Os tintos das Caves São João destacam-se pela longevidade. Pelo jeito, isso não se aplica a este branco.
sexta-feira, 16 de março de 2018
Pétalos de Bierzo 2009: Se achar, compre!
Tem muito craque no mundo do vinho e é impossível listar nomes de produtores que mais admiro. Mas no caso da Espanha, tenho admiração especial por alguns, como Álvaro Palácios, Telmo Rodrigues, René Barbier, Raúl Perez, Miguel Torres, Jorge Ordonez, dentre outros. Sem dúvida deixo de citar vários, mas a turma que mencionei já forma um time de primeiríssima, responsável por belíssimos vinhos. Este Pétalos de Bierzo 2009 é o vinho de entrada da Descendientes de J. Palácios, vinícola conduzida na região de Bierzo pelo grande Alvaro Palácios, produtor no Priorato do grande L'Ermita e os mais acessíveis Finca Dofi e Les Terrasses. Pétalos de Bierzo é o irmão menor do belo Corullon. O vinho é feito com 100% Mencía (Jaen em Portugal, e parente da Cabernet Franc), cultivada segundo os preceitos da biodinâmica. Bem, quanto ao fato de ser biodinâmico, tomo emprestadas algumas linhas do enólogo português Hugo Mendes, que em seu blog define muito bem o que penso sobre os diferentes métodos de produção: "...a qualidade de um vinho não depende em nada da filosofia utilizada. Depende sim, de quem e com que conhecimento o faz. O resto é barulho... muito barulho!"
Mas voltando ao Pétalos de Bierzo 2009, com 9 anos mostra ainda muita vivacidade. Tem aromas de frutas silvestres em meio a notas florais, vegetais, de alcaçuz e defumadas. Tudo isso em um fundo mineral que enriquece o conjunto. Em boca o vinho mostra muito frescor e mineralidade. Os taninos estão redondinhos e o final é longo e com notas de alcaçuz. Bebi meia garrafa em um dia e liquidei no dia seguinte, quando ele estava ainda melhor. É um vinho que tem ótima complexidade para a sua faixa. Sempre está nas promoções da Mistral, e eu não deixo de colocar na sexta. Est 2009, em particular, foi Top 100 da Wine Spectator em 2011, ocupando a 26a posição, com 93 pontos. Se achar, não hesite! E espero que alguns de meus leitores tenham aproveitado também o Corullon e Villa de Corullon no último bota-fora.
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Mas voltando ao Pétalos de Bierzo 2009, com 9 anos mostra ainda muita vivacidade. Tem aromas de frutas silvestres em meio a notas florais, vegetais, de alcaçuz e defumadas. Tudo isso em um fundo mineral que enriquece o conjunto. Em boca o vinho mostra muito frescor e mineralidade. Os taninos estão redondinhos e o final é longo e com notas de alcaçuz. Bebi meia garrafa em um dia e liquidei no dia seguinte, quando ele estava ainda melhor. É um vinho que tem ótima complexidade para a sua faixa. Sempre está nas promoções da Mistral, e eu não deixo de colocar na sexta. Est 2009, em particular, foi Top 100 da Wine Spectator em 2011, ocupando a 26a posição, com 93 pontos. Se achar, não hesite! E espero que alguns de meus leitores tenham aproveitado também o Corullon e Villa de Corullon no último bota-fora.
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quarta-feira, 14 de março de 2018
Barolo Gianfranco Alessandria San Giovanni 2008, Chryseia 2007, Roquette e Cazes 2011, Quinta do Vallado Touriga Nacional 2011 e Chateau Paul Mas Clos de Mures 2013
Vinho bão nessa reunião da confraria, ocorrida há algum tempo. A primeira foto é do Barolo San Giovanni Gianfranco Alessandria 2008, levado pelo Joãozinho, que o trouxe de viagem por minha recomendação. O vinho, de um ótimo produtor, demorou a abrir e mostrou menos fruta que o usual. Ao nariz trazia aromas de tabaco, couro e notas de funghi secchi e minerais. A fruta era discreta, com notas de morango e framboesa. A acidez, como esperado para um Barolão, era boa, claro, e os taninos pegados. Eu senti falta de mais fruta e notas florais no danado. Mas gostei. Já a Wine Spectator, não gostou nem um pouco, tascando-lhe apenas 78 pontos!
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Do lado direito do Barolo um Roquette e Cazes 2011 levado pelo JP. Este já havia pintado aqui no blog (clique aqui), mas na época estava novo. Agora já está mais aberto, com taninos redondos e bom equilibrio do conjunto. Notas de kirsch, framboesa, chocolate e especiarias. Um vinho sempre confiável e no caso, de safra excepcional. Para ser bebido já. À direita dele, no centro da foto, o melhor da noite, fácil, levado por este que vos escreve: Chryseia 2007! Já devidamente arredondado pelo tempo, este gigante do Douro mostra uma bela evolução. Aromas de amoras e cerejas, em meio a chocolate amargo, tabaco, notas minerais e especiarias. Em boca, untuoso, intenso, mas com ótima acidez que lhe aportava frescor. Os taninos eram sedosos e o final longo e terroso. Uma beleza de vinho! Gosto do Chryseia com alguns anos nas costas. Ao seu lado um outro vinho que gosto muito, de grande safra: Quinta do Vallado Touriga Nacional 2011. Este, levado pelo JP, só perdeu (por pouco) para o Chryseia. Vinho de ótimos aromas de cereja e cassis, em um fundo de azeitona preta, alcaçuz e cacau. Em boca, tem ótima presença, acidez correta, mineralidade e taninos finos. O final é longo e achocolatado. Mais um ótimo Vallado Touriga, que sempre agrada. Vinhão! E para finalizar, o vinho levado pelo Caio: Chateau Paul Mas Clos de Mures 2013. Vinho do Languedoc-Roussillon feito com Syrah majoritária e pitadas de Grenache e Mourvédre. É um vinho sem exageros, com boa fruta (framboesa e cereja) em meio a especiarias doces. É leve e desce fácil, sempre. Nota-se um leve amargor no retrogosto. Não é para ser bebido ao lado de vinhos pesados, concentrados, do novo mundo.
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domingo, 11 de março de 2018
Pingus 2009: Um gigante!
Há algum tempo queria beber este vinho. Já bebemos o Flor de Pingus, seu segundo vinho, em algumas oportunidades (clique aqui), mas o grande Pingus ainda estava em nossa lista de desejos. Até que criamos coragem, Paul, Tonzinho, Cássio e este que vos escreve, para enfrentar a fera. O Paul reservou um final de tarde em sua casa e lá fomos nós, cheios de sede e curiosidade. Eu, levava o bichão em mãos, com muíto carinho, claro. O produtor deste Pingus 2009 é o dinamarques Peter Sisseck (diretor também da Hacienda Monasterio). Poucos hectares de vinhas velhas de Tempranillo, de baixo rendimento, e não submetidas a tratamentos com pesticidas, respondem pelas uvas deste considerado "Cult Wine". A produção pequena e meticulosa, além das notas extratosféricas que o vinho consegue (por duas vezes 100 de Mr. Parker*...), jogam o preço do vinho para cima. O fato é que, após bebê-lo, e comparar com seu irmão Flor de Pingus, entendi a razão da fama. O vinho é extraordinário! Cor escura, linda, brilhante, e aromas muito complexos. Os aromas saltam da taça e invadem o ambiente. Notas florais abrem o cortejo para a fruta madura, cereja preta, ameixa e mirtilo, em meio a alcaçuz, chocolate amargo, tabaco e notas defumadas. Com o tempo, surgem aromas mentolados e de especiarias (sálvia e outras). Em boca é denso, sem ser enjoativo, mostrando grande clareza e acidez aportando frescor. Os taninos, em camadas, são redondos e o final interminável. Seus aromas e paladar ainda estão na minha mente. É um vinho superlativo, para ficar na lembrança. Grandioso! Muita gente (não me incluo) vê pouca diferença entre um Vega Sicilia Único e seu irmão "menor" Valbuena. No caso do Pingus, a diferença para o seu segundo vinho, Flor de Pingus, é grande (apesar do Flor ser um vinhaço!). Bem, deu prá notar que gostei dele, né?
*Não é só o Mr. Parker que gosta dele. Este 2009, por exemplo, teve 97 do Parker, mas também 94 da Wine Spectator, 96 do Galoni etc.
segunda-feira, 5 de março de 2018
Quinta do Cardo Síria branco 2015: Bem mineral!
A Quinta do Cardo foi adquirida em 2001 pela Companhia das Quintas. A Quinta conta com 180 hectares, sendo 69 de vinhas, certificadas de produção biológica. As primeiras vinhas foram plantadas em 1932. Este seu Quinta do Cardo Síria 2015, como o nome diz, é um varietal da casta Síria, como é conhecida a Roupeiro ou Códega na Beira Interior, de vinhas de altitude de 750 metros. Para produzir este branco as uvas são colhidas à mão e prensados sem desengace. Após a fermentação o vinho matura com as borras e sofre battonage semanal. O vinho tem cor clara, citrina, com toques esverdeados. Ao nariz mostra notas florais e cítricas (de grapefruit e lima), em um fundo mineral pronunciado. Em boca é seco, mostra acidez vibrante e paladar dominado pelo caráter cítrico e bastante mineral. É um vinho para acompanhar comida. Eu arriscaria com um queijo de cabra e mais ainda, para acompanhar mariscos. É um vinho que oferece boa qualidade pelo preço (os sócios do Club Wine pagam apenas 48 Reais, o que é uma pechincha para este vinho).
domingo, 4 de março de 2018
Protos Vendimia Seleccionada 2013: Maduro e frutado!
Comprei este Protos Vendimia Seleccionada 2013 por um ótimo preço em promoção da Wine. O produtor é bom e a aposta era certeira. E não deu outra: Vinho bom! Ele é feito com uvas de vinhedos antigos e passa apenas 6 meses em barricas (80% Americanas e 20% Francesas). A passagem mais curta em barricas faz com que a fruta seja a protagonista. A madeira é bem integrada ao conjunto. Ao nariz o vinho mostra notas de frutas maduras, com destaque para a cereja preta e ameixa, em meio a notas abaunilhadas, florais e leve tostado. Em boca é denso, frutado e mostra boa acidez. Os taninos são redondos e o vinho tem boa persistência. O final mostra fruta madura e baunilha. É um vinho de perfil moderno, que desce redondo e agrada fácil, mas sem deixar de lado a complexidade. Ótima compra!
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
Chateau La Tour Carnet 2007: Prontinho!
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Domus Aurea 2008: Outro belo exemplar de um dos meus vinhos chilenos preferidos!
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| Domus Aurea 2008: Este vinho é um dos vinhos chilenos que mais aprecio. Não é vinho que se rende aos modismos. Tem seu jeito próprio, que me agrada bastante. Domus Aurea significa "Casa de Ouro". É um vinho do Maipo, da Quebrada de Macul, feito com uvas colhidas e selecionadas a mão. Este 2008 possui pitadas de Merlot, Cabernet Franc e Petit Verdot, e passou 20 meses em barricas. Com 10 anos nas costas, mostra muita vivacidade. Ao nariz, mostrou aromas de cassis, ameixa preta, azeitonas, eucalipto e curry, em um fundo terroso. Em boca, ótimas acidez e taninos devidamente arredondados. O final era longo, especiado e mineral. Com o tempo, foram surgindo notas de café e alcaçuz, muito gostosas. Um grande vinho, sem dúvida alguma! Continua sendo um dos meus preferidos. Pena que seu preço tenha subido tanto, acompanhando também a subida de outros tantos tops chilenos. Veja aqui outros Domus Aurea que pintaram aqui no blog. |
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
Queijo Canastra Real Capim Canastra: Uma beleza!
Esses dias meu querido irmão André me enviou uns queijos lá de nossa querida Minas Gerais, e dentre eles, um belo pedaço de um Canastra Real da Estância Capim Canastra. Tempos atrás postei aqui sobre alguns queijos da Canastra, e há mais tempo ainda (nos saudosos tempos do Ciao Bello), sobre um Canastra Real (clique aqui). Mas olha, este Canastra Real Capim Canastra é algo de se tirar o chapéu. Segundo o André, tem maturação de 6 meses. Eu não achei mais informações sobre ele. Vejam a bela casca e cor do danado! A textura é muito boa, tipo parmigiano, e os aromas fortes, encorpados. Massa muito gostosa, levemente arenosa, e sabores deliciosos, fortes, ricos e muito persistentes. Excelente! De dar inveja em muitos queijos importados por aí... Para acompanhá-lo, nada de cerveja fraca. Ele pede cervejas encorpadas, com mais presença. Se for para o vinho, esqueça branco leve. Eu acho que ele ficaria bem com vinhos tipo "Laranja" ou brancos mais amadeirados. Nos tintos, escoltaria bem um Brunellão ou Amarone. Vejam as fotos do pedaço do danado perto de um Canastra normal, que tem por volta de 1 kg. Valeu, meu irmão! Queijo bão! Aliás, muito bão!
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| Extrapolem para imaginar o tamanho do danado inteiro... Uma peça de Canastra Real tem, geralmente, de 5 a 6 kilos |
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| Foto de internet, comparando o Real com o Canastra normal, à direita |
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
Cortes de Cima Reserva 2011: Que vinhão!
O Paul não brinca em serviço. Quando o negócio é vinho português então, o cidadão pega pesado. E este Cortes de Cima Reserva 2011 está aí para provar. Este vinho só é produzido em safras excepcionais, como a 2011. Ele é feito com Aragonez (40%), Syrah (35%), Touriga Nacional (15%) e Petit Verdot (10%). As uvas são submetidas a uma maceração longa com as películas, o que dá estrutura tânica ao vinho. A maturação é feita por 14 meses em barricas novas de carvalho francês. A produção deste 2011 foi pequena (apenas 9900 garrafas), como em outros anos. Só para ter uma ideia, ele ganhou 95 pontos da Decanter, 95 do Anibal Coutinho, 94 do Mr. Parker e 18 (em 20) da Revista de Vinhos. Mas vale citar uma injustiça: Nenhum Cortes de Cima Reserva ganhou, até o momento, mais de 89 pontos da Wine Spectator. Não dá para acreditar! Este 2011 é um vinho enorme. Cor granada, viva, bem bonita. Ao nariz, notas florais, de frutas como framboesa e cereja, em meio a notas sanguíneas, minerais, mentoladas, baunilha e especiarias. Em boca, muita vivacidade aportada por uma acidez vibrante e boa mineralidade. Os taninos são finos e o final longo e com toques minerais e de tabaco. Um grande vinho, muito fresco e vibrante, com grande aptidão gastronômica. Este 2011 poderia durar ainda muitos anos, mas pode ser apreciado agora, com muito prazer. O Paul insistiu e eu tive que levar um pouco que sobrou na garrafa para casa. Mandei um vacunvin e deixei na geladeira, até beber no terceiro dia, uma sexta-feira à noite. E que maravilha estava! Para mim, até melhor que no primeiro dia. Tudo ficou ainda mais integrado, e o vinho ficou bem sedoso. Isso indica que ele teria uma bela evolução na adega. Bem, esse não...rs.
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
Só vinhões em festa no JP: Vega Sicilia Único 1999, Brancaia IL Blu 2010, Chryseia 2012, Côte Rôtie Duclaux La Germine 2010, Don Maximiano 2009, Incógnito 2011, La Rioja Alta GR 904 2004, Quinta Vale D. Maria 2010, Vallado Reserva 2008 e um Royal Tokaji para arrematar!
Já faz um tempinho que rolou esta festa na casa do JP, mas sempre é tempo para relatar os vinhos que rolaram. E não foram quaisquer vinhos. Só vinhaços! O anfitrião, que adora um Vega Sicilia (e nós também, claro...), mandou ver em um Vega Sicilia Único 1999. Este já pintou aqui no blog tempos atrás (clique aqui). Um vinhaço, como sempre. Aromas de cereja preta, leve baunilha, curry e terrosos. Em boca, elegância típica de um Vega, intensidade na medida, taninos sedosos e final interminável. Uma maravilha! Continue assim, JP! No centro da foto maior, no meio de outros dois grandes.
Descreverei aqueles que estão apenas na foto maior, e abaixo, aqueles que têm fotos individuais. Não me lembro quem levou o Don Maximiano 2009, que já pintou aqui no blog duas vezes (clique aqui) e dispensa comentários. O Paolão levou o Quinta do Vallado Reserva 2008, que estava uma beleza! Aromas de framboesa e kirsch, em meio a chocolate e café. Em boca, muito elegante e macio, com tudo em cima. Os taninos redondinhos e o final longo e com notas de café. Uma beleza! Sou fã do Vallado Reserva.
Também não lembro quem levou o Quinta do Vale D. Maria 2010. Bebemos algumas vezes este vinho, que sempre agrada. Vinho de cor escura e aromas de amoras e framboesas em compota, chocolate amargo, café amargo e notas minerais. Em boca, intenso, denso, com taninos finos e fundo mineral. Este é outro que sempre agrada a turma da confraria.
Ah, para arrematar a festa, ainda apreciados duas garrafinhas de Royal Tokaji 5 Puttonyos 2009 e um Taylor's Porto 10 anos, por que ninguém é de ferro.
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018
Domaine du Clos Naudin Vouvray Demi-Sec 2009: Bão demais!
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Domaine du Clos Naudin Vouvray Demi-Sec 2009: Vinho orgânico do Vale do Loire, produzido por Philippe Foreau. Cor bonita, amarela brilhante, e aromas ricos de damasco fresco, mamão, anis e favo de mel. Mudava com o tempo, oferecendo uma paleta de aromas muito rica. Em boca, ótima acidez equilibrando o dulçor. Final longo, mineral e com toque de anis. Uma delícia! Chenin blanc demi-sec bom para acompanhar queijos de massa mole e também camarão e lagosta. Deve ser bom também com aves ou pratos de comida oriental condimentados. Sem contar, claro, que deve escoltar bem sobremesas como tortas de abacaxi, cheese cake de damasco etc. Beleza de vinho! Que pena que comprei só uma garrafa. Logo abaterei o seu irmão Moelleux, do mesmo ano. A pergunta que sempre me faço: Por que os vinhos do Vale do Loire são ainda tão pouco apreciados no Brasil? A propósito, comprei na Decanter.
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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
Angelica Zapata Chardonnay Alta 2013: Tropical!
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