Mostrando postagens com marcador Sequana Pinot Noir Green Valley of Russian River Valley 2009. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sequana Pinot Noir Green Valley of Russian River Valley 2009. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Sequana Pinot Noir Green Valley of Russian River Valley 2009

Apreciamos este Sequana Pinot Noir Green Valley of Russian River Valley 2009 na mesma noite em que bebemos o Mazis-Chambertin 1997 de Dominique Laurent. O vinho, levado pelo Carlão, foi submetido a uma prova de fogo. Mas o californiano se portou bem. 
O nome da vinícola é em homenagem à deusa Sequana, que é representada por uma estátua sobre um barco que flutua sobre o Rio Sena, cujas águas nascem no berço da Pinot Noir. O enólogo é James MacPhail, que já trabalhou com experts em Pinot Noir, como Merry Edwards e Gary Farrell. Este vinho, em particular, vem de um vinhedo pequeno, de menos de 3 hectares, chamado Sundawg Ridge. O vinho matura 11 meses em barricas de carvalho francês (40% novas). Ao nariz mostra notas de fruta madura, com destaque para cereja e morangos, e alcaçuz. Nariz típico de novo mundo. Em boca é bem redondo, e surpreende com notas terrosas e um toquezinho herbáceo ao final que dá um charme especial. Os taninos são muito sedosos e o final longo. O álcool é alto, o que em Pinot Noir (e tantos outros), me incomoda. Mas neste vinho ele não sobressai. Para o meu paladar, eu só queria que ele fosse um pouquinho mais seco. A sua característica novo-mundista ficou, obviamente, evidenciada por ter sido bebido ao lado de um Borgonha de primeira linha. Foi legal a comparação.  Embora eu tenha gostado do vinho, devo dizer que prefiro os Pinot Noir do Oregon aos da Califórnia. Mas nesse caso, é questão de gosto. Logo descreverei aqui no blog um outro novo-mundo que o acompanhou na mesma noite. 
Os vinhos Sequana são importados pela Decanter.