Bem, comecei por um ótimo espumante Colinas Brut Nature 2008, que mostrou grande frescor, notas de panificação na medida certa, cítricas e maçã verde. Depois dele, passei para dois brancos, que segundo o Humberto, da Ideal Drinks, eram idênticos, mas um deles, o Reserva, passava por madeira. Eu,
particularmente, gostei mais do frescor do Castello D'Alba Douro 2013 sem madeira, que mostrava boa fruta e mineralidade. Vinho ideal para ser bebericado e apreciado sem compromisso, mas que deve acompanhar bem pratos com peixes. O Reserva, que passa por madeira, é mais para paladares que apreciam aqueles brancos abaunilhados e amanteigados. Não é o meu caso. Ainda nos brancos, bebi o Bella Superior Sauvignon Blanc 2012. É um SB com boas características da casta, cítrico, grama cortada e fundo mineral.


o Castelo D'Alba Reserva 2013. O primeiro é um vinho fácil, com boa fruta, e bom para o dia a dia. O segundo é bem mais complexo e foi, para mim, um dos destaques da noite. Vinho redondo, equilibrado, com notas de framboesa e amoras em meio a chocolate e especiarias. Muito sedoso em boca. Gostei!
Fui então para para um ótimo Touriga Nacional, o Dom Bella, que é floral, fresco, mineral e com ótima presença. Um vinho para beber agora ou para guardar. Mais complexo que seu irmão Bella Superior.
Humberto e a Magnum de Castelo D'Alba |
O penúltimo vinho foi uma magnum de Castello D'Alba Grande Reserva Vinhas Velhas 2011, que eu já havia apreciado tempos atrás. Este vinho foi premiado pela revista Decanter como sendo o melhor vinho do Douro abaixo de 15 libras. É um vinho ainda novo, floral, mineral e com taninos presentes. Bom agora, mas deve arredondar com o tempo.
E para finalizar, o Principal Reserva 2010. Este ainda não havia bebido. Mostrou-se bem diferente de seu irmão de 2007, que tinha mais notas animais. Este mostrou notas de cereja e framboesa, em meio a chocolate e baunilha. Vinho de ótimo corpo, bem redondo e com grande potencial de guarda. Mantém a qualidade da linha.
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