
Seguimos com um Marques de Riscal Reserva 2011. Este não tem erro! Riscal nunca decepciona. Se você não quiser gastar muito em um jantar com amigos, e não decepcionar, é só levar um Riscal, Quinta da Bacalhoa ou Esporão Reserva. Este 2011 tem uma cor mais escura que os mais antigos, e aromas de cereja, toffee e cítricos. Em boca, repetia e nariz, mostrava boa acidez, maciez, taninos finos e final amadeirado. Sim, como esperado, a madeira aparece. Mas para um Rioja, nenhuma surpresa. Estava delicioso o vinho. Eu tenho notado uma tendência de modernização do Riscal nas últimas safras. Espero que não exagerem e percam a tradição.
E para finalizar, escolhi um Arboleda Syrah 2012. Vinícola do grupo Errazuriz, e que tem à frente o grande Eduardo Chadwick. Passa 12 em barricas de carvalho. Ao nariz, notas de amoras maduras, chocolate e especiarias. Notamos uma ponta de álcool sobressaindo. Em boca, um pouco quente e com taninos sedosos. Com comida, melhora. Mas seu irmão feito com a Pinot Noir é bem superior. Não surpreendeu a turma, ainda mais pelo preço, similar ao do Riscal. Aliás, o resultado foi que a turma reclamou comigo da escolha e todos levaram garrafas de Riscal para casa, pois ele não deu chances aos outros dois.
Isso aí!
É grande Flavio, concordo com seus amigos. Após o Riscal, ficou difícil para o Arboleda. Esse seu post me deu a ideia de abrir o Gran Reserva 2005 que está hibernando aqui na adega. Abraços.
ResponderExcluirGrande Márcio!
ExcluirPois é, ele não deu chances para os outros. Riscal não decepciona mesmo. Rapaz, este seu Gran Reserva 2005 deve estar uma beleza, hein? Quem gosta do Riscal Reserva e experimenta o Gran Reserva vê logo que tem um degrau de elegância acima, não? É um belo vinho. E não é tão badalado, né?
Bem, aproveite o danado e me fale se tava bom!
Abraços,
Flavio