Rapidinho: O branco, um Camille Giroud Beaune Lulune 2007, tem aromas de côco, abacaxi em compota, mel e leve amanteigado. Em boca, repete o nariz e mostra boa acidez. No entanto, as notas de abacaxi e mel me incomodaram um pouco, assim como a ausência de aspectos mais minerais. Fica melhor mais gelado. De qualquer forma, não gostei.


O último borgonha é um Dominique Laurent Cuvee n. 1 2009. O vinho é o de entrada do produtor, que é um négociant, mas que produz ótimos vinhos. É considerado o "rei da barrica", e isso pode ser notado neste vinho. Ela aparece, principalmente no começo. Mas depois de um tempo o vinho se equilibra e a fruta começa a surgir mais forte e agradável, em meio a especiarias. Em boca o vinho tem bom volume, boa acidez e mineralidade. Os taninos são macios e o final especiado. É um vinho acima da média para um vinho de entrada. Bem, também no preço, que fica acima de borgonhas genéricos. Brigou sem problemas com o Champy, e para alguns paladares, o superou. Também gostei, ainda mais, pelo preço que paguei.
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